.

.
Á descoberta de novas aprendizagens do Elearning...
Mostrar mensagens com a etiqueta #ppel7. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta #ppel7. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 9 de maio de 2014

My PLE



                                                https://cacoo.com/diagrams/nn15DTkLq8SsrKgB

Os Ambientes Pessoais de Aprendizagem ou Personal Learnings Environments (PLE) representam, segundo Mota (2009) "uma busca para operacionalizar (...) os princípios do e-Learning 2.0, do poder e autonomia do utilizador / aprendente, da abertura, da colaboração e da partilha, da aprendizagem permanente e ao longo da vida, da importância e valor da aprendizagem informal, das potencialidades do software social, da rede como espaço de socialização, de conhecimento e de aprendizagem.

Baseada nesta perspectiva e tendo o PLE como um sistema/ abordagem em constante transformação, na medida em que as formas de aprendizagem pessoal se  vão alterando na forma e no contexto ao longo da vida, focalizei a minha representação gráfica na aprendizagem online, embora não tenha descorado as formas offline que, na maior parte dos casos, se intersecionam com as que vão ocorrendo na Web. 

Após debate interior reflexivo acerca da minha aprendizagem, das ferramentas que utilizo, dos contatos e da participação na rede, deparei-me com outro desafio: a melhor ferramenta para representar tudo graficamente  de uma forma compreensível e atrativa. Ao fim de várias tentativas decidi-me pelo cacoo.com

Dividi o meu ambiente de aprendizagem em quatro grandes categorias :

  •  informação;
  • comunicação e contatos;
  • partilha e colaboração e;
  • o Moodle (LMS - aprendizagem formal do mestrado em Pedagogia do Elearning).  
A cada uma destas categorias agreguei os recursos, serviços e ferramentas que utilizo para cumprir os objetivos inerentes a cada uma das categorias e os objetivos da minha própria aprendizagem. Todavia, na construção desta representação pude verificar que o papel de determinados recursos e ferramentas se mesclam em categorias diferentes. Quer isto dizer que se por um lado o Google mais pode servir para comunicação, por outro também é um recursos de partilha e publicação. No caso dos blogs e das wikis, por exemplo, servem para a busca de informação, mas também para o trabalho colaborativo e participativo onde a criação de novos recursos, singular ou em grupo, é partilhada comungando do espírito dos Recursos Educacionais Abertos.  


De uma forma reflexiva, pude verificar que os recursos e ferramentas utilizadas são variadas e interrelacionam-se entre si pois são-lhes inerentes diferentes papéis mediante o que pretendo. Por outras palavras, não é fácil discernir e enquadrar uma ferramenta/um recursos numa categoria fechada devido à sua dinâmica transversal, daí que as categorias estejam ladeadas de setas cujo princípio e fim não são determinados.Outro aspeto importante, é o facto de ter de perceber o meu PLE como uma abordagem/sistema enérgico, em constante construção, que se vai alterando na forma e no conteúdo ao longo da vida. Essas transformações podem ser dinamizadas pela forma como nós utilizamos as ferramentas e à medida que vamos buscando novos recursos; bem assim, à medida que a Web vai disponibilizando novos recursos e novas possibilidades de aprendizagem.



quarta-feira, 30 de abril de 2014

Personal Learning Environment_Bibliografia Anotada

1ª Referência

 Almeida, Mst Celina (27/04/2010). Meu Ambiente 
Pessoal de Aprendizagem. [Vídeo no Youtube]. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=VQg9iepcO7A

Descrição:

 Personal Learning Environment, o que é?” é a questão chave pela qual a autora começa a sua apresentação e nos direciona para a definição apresentada: “são sistemas que ajudam os utilizadores a possuírem controlo e a gerirem a sua própria aprendizagem.
A par desta questão surgem outras como “Para que serve?”, “Porque surgem?” cujas respostas vão acompanhando as perguntas.
Na apresentação, mostra também a indissociabilidade entre os PLE’s e a Aprendizagem ao longo da vida e a Aprendizagem informal, salientando a importância de ter um PLE para a aprendizagem contínua de cada indivíduo de forma responsável, dando alguns exemplos de PLE’s.
Para terminar a apresentação, a autora colocou frases-chave que podem ser interpretadas como diretrizes para quem quer aprender online e criar o seu próprio Personal Learning environment: “Explora tudo o que conseguires”, mas “Usa apenas o que precisares “Foca-te na aprendizagem”. Em conclusão, chama a atenção para o facto de cada utilizador ter de ser o gestor da sua aprendizagem, formal ou informal, e que isso é possível criando o seu próprio PLE. 

Apreciação:
Esta apresentação configura-se como um importante recurso para os primeiros viajantes do conceito, ou seja, para quem quer, de forma clara e objetiva, saber o que é e qual o interesse dos PLE. Através dos exemplos dados, a autora permite que se fique desde logo com uma ideia central de como construir um Ambiente Pessoal de Aprendizagem.
O recurso está visualmente atrativo, e torna-se bastante interessante o jogo de pergunta-resposta. No entanto, há algumas citações que não referência ao autor; a música também não é considerada apropriada.


2ª Referência

MOTA, José (2009). Personal Learning Environments: Contributos para uma discussão do conceito. In Educação, Formação & Tecnologias; vol.2 (2); pp.5-21, Novembro de 2009. Disponível
em: http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/105  [Acedido em 21-04-2014].

Descrição:

Neste artigo, o autor explora as diferentes abordagens e conceitos de PLE, focando as mais recentes, e bem assim as suas caraterísticas. Aborda em simultâneo a rela ção entre os VLEs (Virtual Learning Environment) e os PLEs (Personal Learning Environment). 
Os PLEs marcam um a mudança de paradigma ao nível da educação e da aprendizagem, "num mundo conetado e distribuído"  pelas novas tecnologias, e estão intimamente ligados à educação à distância . Isto porque é um modo de aprendizagem centrado no aluno permitindo a este a "aprendizagem ao longo da vida", tecendo as suas redes e os seus contatos através das diferentes ferramentas que tem ao seu alcance.
Assertivo quanto às múltiplas definições do conceito e multiplicidade de caraterísticas que lhes são imputadas, na revisão da literatura o artigo menciona a definição de diversos autores do que é um PLE, destacando e comungando com a abordagem de Stephen Downes . Este autor assenta a sua conceptualização de PLE em três princípios a saber:a interação, a usabilidade e a relevância. Estes estão intimamente ligados ao pressuposto de que cada utilizador, para formar o seu PLE tem de ser detentor, primeiramente, de literacia informacional pois a Web o.2 proporciona um infinito de informações, interações, partilhas, conexões...

Apreciação:
O texto é de real importância para se perceber as diferentes conceptualizações, formatos e práticas inerentes aos PLEs, pessoais e informais, e distinguí-los dos VLEs, sob domínio de uma instituição.
Consegue-se perceber que são deveras basilares para a aprendizagem autónoma, dinâmica, colaborativa e perpetuada ao longo da vida. 
Em suma, percebe-se a amplitude dos PLEs que se revelam de suma importância na forma como cada indivíduo constrói a sua aprendizagem.